Os residentes do bairro São Bento e de áreas vizinhas contam agora com uma Unidade Básica de Saúde (UBS) melhor estruturada para a assistência familiar. Na UBS Dr. Rubeldimar Maia de Azevedo, a comunidade tem acesso a consultas médicas e de enfermagem, vacinação, pré-natal, além de acompanhamento para idosos e crianças via Atenção Primária municipal.
A unidade passou por um processo recente de revitalização que aprimorou a estrutura física, oferecendo maior conforto tanto para os pacientes quanto para os profissionais. Desde a entrega, o local recebe diariamente os moradores que buscam cuidados e monitoramento de saúde

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Rosamaria Silva, moradora antiga do bairro, observa que as melhorias são visíveis na estrutura e no atendimento. Paciente hipertensa que utiliza a unidade para consultas, aferição de pressão e retirada de remédios, ela relata: “Hoje eu vim acompanhar minha sobrinha, mas já agendei minha próxima consulta. Estou feliz vendo o posto desse jeito, muito lindo. Tem varandinha para a gente sentar e poder esperar com conforto. É de se emocionar mesmo, porque, quando a gente vem aqui, é porque está precisando”.
A vendedora Aline dos Santos, residente do bairro há 15 anos e gestante do sétimo filho, realiza todo o acompanhamento pré-natal na rede municipal. Além das consultas na UBS, ela conta com o suporte de agentes comunitários de saúde (ACSs) em sua residência. “O acompanhamento é muito bom. Além das consultas, os profissionais fazem visitas na minha casa e, quando preciso de medicamentos ou qualquer atendimento, eu venho aqui na UBS”, afirma

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Para Renata Dama, agente comunitária de saúde na unidade há seis anos, a reforma otimizou o fluxo de trabalho com a chegada de novos computadores, mobiliário e iluminação adequada. “Nosso foco é oferecer um atendimento de qualidade, pautado no acolhimento e no respeito. Queremos que o morador sinta que, ao procurar nossos enfermeiros, médicos e demais equipes, será compreendido e devidamente assistido”, pontua

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O trabalho da unidade se estende para além do prédio físico através de cronogramas diários de visitas domiciliares. Segundo Renata, as equipes orientam famílias, monitoram grupos de risco e identificam vulnerabilidades sociais. “É um trabalho integrado, que vai além da assistência à saúde”, explica a agente.
Com informações do Portal Amazônia.