Preparem a torcida! A série Original Globoplay “Jogada de Risco”, que estreia no dia 23 de julho, promete mostrar tudo o que acontece longe dos gramados. A trama revela o “jogo por trás do jogo”, focando em contratos milionários, disputas de poder e ambições pessoais no universo do futebol.
Idealizada por Cauã Reymond, a produção conta com criação de Thiago Dottori, Sofia Maria e o próprio Cauã, sob a direção de Bruno Safadi e supervisão de José Luiz Villamarim.
Durante a coletiva de imprensa, o elenco destacou que a série não foge de temas tabus e traz discussões importantes sobre diversidade e a realidade da sociedade atual dentro do esporte.

Na história, Cauã Reymond interpreta Maurício, um ex-jogador que teve a carreira interrompida por lesões e erros de gestão do pai, Valdemar (Marcos Frota). Agora, ele tenta recomeçar a vida abrindo um escritório para agenciar jovens talentos.
Ao lado dele está a advogada Cris (Mariana Sena), que organiza a rotina da agência e ganha cada vez mais voz na empresa. Juntos, eles cuidam de atletas do time Atlântico Futebol e Regatas, incluindo o promissor Geraldo (Breno Ferreira).
Geraldo sonha com a Premier League, mas vive o dilema de esconder sua orientação sexual enquanto é pressionado pelo namorado, Caio (Gabriel Caon), a assumir a homossexualidade.
“O Geraldo tem uma sexualidade muito bem definida, mas sabemos como é o universo do futebol. Pessoas homossexuais existem em todos os lugares, só que Geraldo se vê nessa encruzilhada, uma vida dupla em que ele não tá errado. Mas ele lida bem com isso, vocês vão ver até o final da série”, revelou Breno Ferreira, que contou ainda ter sido goleiro na vida real.

Outro ponto forte da série é a representatividade feminina. A produtora Isabela Bellenzani e o diretor Bruno Safadi ressaltaram que as mulheres ocupam papéis de poder e força em um ambiente majoritariamente masculino.
Mariana Sena descreve Cris como uma advogada “ambiciosa e determinada”, que questiona definições pré-estabelecidas. Já Maria Bopp, que interpreta a jornalista esportiva Regiane, afirmou que as mulheres não são vítimas na trama: “As mulheres não estão como vítimas da história. A Regiane é experiente, competente, mas ela tem o caminho dela que eu não concordo. A ética nessa série é fluída”.
Bruna Griphao, que vive a personagem Daniela, completou dizendo que é fundamental ter mulheres em posições de comando: “A Daniela é uma mulher ‘apimentada’, também que sabe o que quer, e usa muito da sua sexualidade para conseguir isso. Vê como um poder em sua mão”.

Com informações de O Fuxico.