Tour acessível em Rio Branco: o que muda para PCDs no turismo da capital

Um grupo de pessoas com deficiência física (PCDs) participou, no dia 12 de julho, do 1º Tour Acessível ‘Acreane-se: Tour das Praças’ em Rio Branco (AC). A iniciativa, que reuniu associados do Centro de Apoio à Pessoa com Deficiência Física do Acre (Capedac), familiares e moradores, percorreu monumentos e prédios históricos do Centro da cidade

Tour acessível leva pessoas com deficiência física para conhecerem pontos turísticos de Rio Branco: 'Olhar inclusivo'
Palácio Rio Branco foi um dos locais visitados durante o Tour Acessível. Foto: Alexandre de la Torre/Arquivo pessoal

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O roteiro teve início na Praça da Revolução, onde os participantes conheceram a história do prédio da Prefeitura, curiosidades sobre o Imperador Galvez e obras de arte locais. O grupo também visitou o Colégio Estadual Barão do Rio Branco, a Biblioteca Pública Estadual Adonay Barbosa e finalizou o passeio no Palácio Rio Branco.

Para a guia de turismo Ana Cunha, a experiência evidenciou a necessidade de tornar a cidade mais inclusiva. “É importante entender que a cidade pertence a todas as pessoas, sejam com ou sem deficiência. Ter essa experiência nos trouxe novos olhares para o que ainda falta na estrutura da nossa cidade”, relatou a profissional.

Apesar do sucesso da ação, a Capedac alertou para as graves dificuldades de mobilidade na capital. A entidade informou que a falta de transporte acessível é o principal obstáculo, destacando que Rio Branco não dispõe de táxis ou veículos por aplicativo adaptados para cadeirantes, além de falhas nas plataformas de ônibus

Tour acessível leva pessoas com deficiência física para conhecerem pontos turísticos de Rio Branco. Foto: Alexandre de la Torre /Arquivo pessoal

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O projeto integra o ‘Cultura na Praça’, evento que promove atividades culturais e visitas guiadas. Segundo o guia Alexandre de la Torre, a edição especial para PCDs mostrou que é possível ampliar a participação de diferentes públicos nas ações culturais, promovendo inclusão e acesso à história local.

Com informações do Portal Amazônia.

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