Pets no verão amazônico: como evitar insolação e riscos em viagens

Com a chegada de julho e a intensificação do calor na região, as famílias planejam passeios para praias, piscinas e igarapés. No entanto, o chamado verão amazônico exige cuidados redobrados com os animais domésticos, que podem sofrer com a dificuldade de dissipar o calor corporal, levando à desidratação e insolação.

Segundo Adriano Braga Brasileiro de Alvarenga, docente da UFPA e especialista em Bem Estar Animal, filhotes, idosos, obesos e animais de pelagem escura são os mais vulneráveis. Em casos de altas temperaturas, “o animal deve ser levado para um local fresco, receber resfriamento gradual com água fresca para permitir a termorregulação e ser encaminhado ao médico veterinário”

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Animais domésticos precisam de atenção redobrada no período de calor mais intenso. Foto: Pedro Bentes

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Para combater o calor, o especialista recomenda a oferta constante de água limpa e a criação de estímulos, como colocar alimentos em cubos de gelo. Além disso, a alta umidade da Amazônia favorece a proliferação de fungos, pulgas e carrapatos, tornando essencial o uso de protetores solares específicos para pets de pele clara ou pouca pelagem.

Se o plano for viajar, a recomendação é priorizar destinos pet friendly e evitar passeios nos horários mais quentes. No carro, o uso de caixa de transporte ou cinto de segurança é indispensável, lembrando que nunca se deve deixar o pet sozinho no veículo. Para evitar estresse, o ideal é expor o animal a pequenos passeios prévios para que o organismo se adapte

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Por fim, o planejamento antecipado é a chave para a segurança. Manter a vacinação em dia, levar medicamentos, água e objetos familiares do animal ajuda a evitar que o pet associe a viagem a estímulos aversivos, garantindo que a experiência seja positiva para toda a família.

Com informações do Portal Amazônia.

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