Russell ocupa a 3ª posição no campeonato de pilotos
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George Russell iniciou a temporada de 2026 da Fórmula 1 como um dos principais candidatos ao título mundial. Com o novo regulamento, a Mercedes se mostrou como a principal equipe nessa primeira metade do campeonato, e após a vitória no GP da Austrália (1ª etapa do calendário), o favoritismo de Russell aumentou ainda mais.
Entretanto, o piloto britânico viu seu início promissor se transformar em momentos difíceis na temporada, não conseguindo performar como Kimi Antonelli, companheiro de equipe, que lidera o campeonato de pilotos.
Em entrevista à RacingNews365, Russell comentou sobre os altos e baixos vividos antes da pausa de verão, e como mantém a concentração.
‘Ler notícias ou comentários negativos nas redes sociais, ou ficar frustrado com perguntas da mídia não me incomoda, porque preciso concentrar toda a minha atenção em mim e na minha equipe, em como posso ir mais rápido.’, disse.
‘Sinto-me muito resiliente a esse ruído externo. Sinto-me muito resiliente este ano, com todos os altos e baixos que vivi.’, completou.
Russell ocupa a 3ª posição no campeonato de pilotos, estando 59 pontos atrás de Antonelli. Com apenas duas vitórias na temporada (Austrália e Áustria), o britânico terá que fazer uma segunda metade de temporada de recuperação caso queira conquistar o título inédito.
O piloto de 28 anos acredita que os momentos ruins da temporada estão atrelados ao desempenho do carro, e não a sua pilotagem.
‘Sei que, quando não consigo ter um bom desempenho, é porque algo não está funcionando direito com o carro, não com a minha pilotagem.’, comentou.
‘Não é que eu tenha esquecido como pilotar da noite para o dia. Então, sei que posso ir para a próxima corrida e ter o mesmo desempenho de sempre.’, completou.

Russell abandonou o GP da Bélgica na 1ª volta
Crédito: REUTERS/Christian Hartmann
Fórmula 1 e futebol
O piloto da Mercedes fez uma analogia com o futebol. Para ele, o esporte coletivo segue o mesmo momento por um certo período, enquanto na Fórmula 1, você pode mudar de uma corrida para a outra.
‘Se você observar um jogador de futebol que está em boa forma, ele pode ser bastante consistente. Se você tiver um jogador que está em má forma, ele também será bastante consistente.’, acrescentou.
‘Na Fórmula 1, parece que em uma corrida você pode ser a superestrela. Na seguinte, você não existe mais, depois volta a ser relevante e, em seguida, some de novo.’, finalizou.
Fonte: Band F1