Colecionador em Macapá: o que há no museu de 7 mil chaveiros no Cabralzinho

O que começou como um passatempo nos anos 80 tornou-se um verdadeiro museu particular no bairro do Cabralzinho, na Zona Oeste de Macapá. O policial civil aposentado Nelson Julião, de 68 anos, reúne um acervo impressionante de 7.151 chaveiros, organizados meticulosamente por temas que vão de times de futebol a símbolos de segurança pública

colecionador reúne mais de 7 mil chaveiros no Amapá
Nelson amplia a coleção com outros itens. Foto: Jeferson Gonçalves/Rede Amazônica

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O espaço, carinhosamente chamado de “museu do vovô” por sua neta Ana Alice, de 9 anos, abriga também coleções de moedas, selos, discos de vinil e celulares antigos. O cuidado com as peças é rigoroso, com limpeza feita individualmente com pincéis pequenos. “Apenas minhas netas podem entrar aqui. Eu tiro quadro por quadro para limpar”, conta o colecionador

Acervo de memórias tem mais de 7 mil chaveiros em Macapá. Foto: Jeferson Gonçalves/Rede Amazônica

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A coleção atravessa fronteiras, com itens vindos do Paraguai e de países africanos, mas é na regionalidade que o acervo brilha. Miniaturas de sacos de farinha, potes de açaí e representações da Fortaleza de São José de Macapá compõem a mostra, transformando o quarto em um resgate visual da cultura local

caderno colecionador de chaveiros. Foto: Jeferson Gonçalves/Rede Amazônica

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Além do valor afetivo, o acervo preserva a memória comercial do Amapá, registrando marcas de antigas empresas de transporte e lojas de departamento que já fecharam. A paixão começou na década de 1980, quando Nelson trabalhava em cobranças: “Quando chegava o fim do ano, eu sempre pedia chaveiros aos clientes. Foi assim que a coleção começou a crescer”

Fortaleza de São José de Macapá em chaveiro. Foto: Jeferson Gonçalves/Rede Amazônica

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Com informações do Portal Amazônia.

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