O rio Tapajós, eixo vital para o abastecimento, pesca e transporte no Baixo Amazonas paraense, está sob monitoramento rigoroso da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa). O objetivo é controlar as florações de cianobactérias, conhecidas popularmente como “limo”, que podem liberar toxinas prejudiciais à saúde humana e animal quando proliferam devido ao calor e excesso de nutrientes.
A pesquisa, conduzida pelo químico industrial Fernando Abreu Oliveira, foca em doze pontos estratégicos nas praias de Ponta de Pedras, Alter do Chão e Pindobal, abrangendo os municípios de Santarém e Belterra

na cerimônia de entrega do prêmio. Foto: Everton Silva – Cedida

Brasil Mais 2026, acompanhado de servidores da Semac de Belterra. Foto: Fernando Oliveira – Cedida
. O estudo combina sensoriamento remoto, análises laboratoriais e entrevistas com comunidades ribeirinhas para entender como a população utiliza a água e percebe os riscos.
“Mais do que compreender um fenômeno natural, o projeto busca aproximar a ciência da sociedade, produzindo conhecimento que contribua para a conservação do rio Tapajós e para a proteção das pessoas que dependem diariamente de suas águas”, destaca o pesquisador Fernando Oliveira

na cerimônia de entrega do prêmio. Foto: Everton Silva – Cedida
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Um diferencial do projeto é a parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Clima (Semac) de Belterra, utilizando a plataforma Brasil MAIS da Polícia Federal. Essa integração permite identificar áreas críticas via satélite com maior agilidade, otimizando a coleta de amostras e a resposta dos órgãos de saúde e meio ambiente

na cerimônia de entrega do prêmio. Foto: Everton Silva – Cedida
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A iniciativa, financiada pela Capes e pelo projeto Águas do Tapajós (TNC Brasil), foi reconhecida com o 2º lugar no Prêmio Brasil MAIS 2026 na categoria instituições municipais, validando a eficácia do uso de tecnologia para a gestão ambiental na Amazônia

na cerimônia de entrega do prêmio. Foto: Everton Silva – Cedida
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Com informações do Portal Amazônia.