R$ 115 mi para pós-graduação na Amazônia: o que muda em Rondônia?

O Ministério da Educação (MEC) anunciou um investimento de R$ 115 milhões para impulsionar a pós-graduação na Amazônia Legal, incluindo Rondônia. A iniciativa, lançada através da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), visa criar novas áreas de pesquisa e reter pesquisadores nos nove estados da região.

As inscrições para o edital da Rede de Pesquisa e Desenvolvimento na Amazônia Legal começam em 11 de maio. Cada estado, incluindo Rondônia, poderá apresentar até seis propostas, com potencial de receber até R$ 3,2 milhões por projeto ao longo de cinco anos.

Projetos devem se enquadrar em um dos 20 eixos estratégicos para receber investimentos voltados à pós-graduação.
Projetos devem se enquadrar em um dos 20 eixos estratégicos para receber investimentos voltados à pós-graduação. Foto: Divulgação/MEC

A prioridade é formar redes de pesquisa que envolvam pelo menos dois estados e três programas de pós-graduação, com destaque para a interiorização da pós-graduação e a valorização de saberes tradicionais. Os projetos devem se alinhar a um dos 20 eixos estratégicos da Rede.

Os recursos serão destinados a bolsas de estudo (nacionais e internacionais) e à aquisição de materiais de pesquisa. As fundações estaduais de amparo à pesquisa deverão complementar o investimento da Capes com 20% do valor total por projeto. O prazo para submissão de propostas vai até 2 de outubro de 2026, com resultados esperados para fevereiro de 2027 e início da implementação em abril do mesmo ano.

Em três anos, a Capes aumentou em 93% seus investimentos no Norte, saltando de R$ 96,8 milhões (2022) para R$ 187,8 milhões (2025). Esse aumento contribuiu para a expansão de 111% no número de programas de pós-graduação na região.

Com informações do Portal Amazônia.

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