Por que o sucesso do Pix incomoda gigantes financeiras dos Estados Unidos?
O Pix reduziu a dependência de taxas de cartões e entrou na mira dos EUA por desafiar a hegemonia de gigantes financeiras americanas.
O Pix reduziu a dependência de taxas de cartões e entrou na mira dos EUA por desafiar a hegemonia de gigantes financeiras americanas.
Dólar fecha a R$ 5,16 e Ibovespa sobe 0,76%. Mercado reagiu à queda da taxa de desemprego para 5,6% e aos dados de inflação do IPCA-15.
Mercado eleva previsão de inflação para 5,33% em 2026 e projeta apenas mais um corte de juros, fixando a Selic em 14% para agosto, segundo o Boletim Focus.
Mercado projeta queda da Selic para 14,25% após acordo entre EUA e Irã reduzir pressão sobre combustíveis e inflação. Decisão do Copom sai nesta quarta.
Dario Durigan propõe revisão da cesta de itens da inflação e alerta que ‘pautas-bomba’ no Congresso podem custar R$ 111 bilhões por ano e pressionar os juros.
Nubank informa que erro operacional causou envio de e-mails sobre suposta liquidação pelo Banco Central; banco e BC negam a informação.
Clientes do Nubank receberam e-mail por erro sobre liquidação extrajudicial. Banco e BC negam problemas; entenda o que é o termo e a proteção do FGC.
O Pix reduziu a dependência de intermediários financeiros e taxas de cartões, incomodando empresas americanas e gerando debates estratégicos sobre infraestrutura pública.
Para blindar o sistema de pagamentos contra pressões dos EUA e possíveis tarifas de 25%, governo registra a marca do Pix como de ‘alto renome’ no INPI.
O Pix entrou na mira dos EUA devido ao impacto no lucro de empresas americanas de pagamentos e ao seu modelo de infraestrutura pública.