Comida de rua em Parintins: o que provar e onde encontrar os sabores locais

Caminhar pelas ruas de Parintins durante o Festival Folclórico vai além de acompanhar a disputa entre Caprichoso e Garantido. A gastronomia de rua, composta por barracas e cozinhas familiares, tornou-se um dos principais atrativos da ilha, unindo a preservação cultural à geração de renda para a população local.

Entre as iguarias, destacam-se os flaus de frutas amazônicas, como açaí, cupuaçu e buriti. Dulce Reis, moradora do Beco Tomás Meirelles, explica que a demanda dobra no período do festival: “Nesse período do festival, nós moradores ganhamos uma renda extra. A população de Parintins praticamente dobra e a procura pelos produtos regionais e pela comida típica é muito grande”

Comidas de rua em Parintins: gastronomia amazonense para todos os gostos. Flau da Dulce
Flau vendido na rua pela empreendedora Dulce Reis. Foto: Rebeca Almeida/Portal Amazônia

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Outra experiência imperdível é o bodó no tucupi, prato tradicional das famílias ribeirinhas que conquistou os turistas. A empreendedora Sarah Reis decidiu focar exclusivamente nessa receita devido à alta procura: “Percebemos que o bodó no tucupi tinha uma procura muito grande. Então este ano resolvemos trabalhar somente com ele”

Bodó no tucupi, venda de rua. Foto: Sarah Reis/Acervo pessoal

. O prato é servido com arroz branco e a tradicional farinha da baguda.

Para quem busca tradição, o Tacacá da Maya, na Avenida Gomes de Castro, é parada obrigatória há 44 anos. Além do sabor do tucupi e do jambu, Maya Carvalho acredita que o acolhimento é o segredo do sucesso: “O diferencial é receber bem as pessoas. Receber com alegria, com sorriso. Se você tem algum problema em casa, deixe lá”

Tacacá da Maya na rua. Foto: Edley Oliveira/ Amazon Sat

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Essas iniciativas fazem parte de um ecossistema que movimenta a economia local e preserva a memória coletiva da região. A valorização dessas tradições é reforçada por ações como o “Vamos Brincar de Boi”, da Fundação Rede Amazônica (FRAM), que busca ampliar o acesso à cultura popular amazônica.

Com informações do Portal Amazônia.

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