El Niño 2026 na Amazônia: o que muda nos rios e riscos de seca severa

O Serviço Geológico do Brasil (SGB) divulgou o primeiro Boletim de Monitoramento do El Niño 2026, trazendo alertas críticos para a gestão de riscos hidrológicos. O documento, fruto de uma parceria com INMET, INPE e ANA, indica que há mais de 90% de probabilidade de o fenômeno persistir até o início de 2027, com intensidade muito forte prevista entre a primavera e o verão de 2026.

Para a região Amazônica, o monitoramento é rigoroso. Atualmente, o rio Negro, em Manaus (AM), mantém-se dentro da faixa de normalidade, porém os técnicos alertam que a intensificação do El Niño pode agravar a estiagem durante o segundo semestre

Boletim sobre o El Niño 2026 apresenta projeções do SGB. Foto: Reprodução/Rede Amazônica AM

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O SGB atua no monitoramento estratégico das bacias hidrográficas para mitigar impactos como as baixas vazões no Centro-Norte do país. Essa análise técnica é fundamental para que a Defesa Civil e gestores públicos possam planejar ações de prevenção e proteção da população diante de cenários extremos

Boletim sobre o El Niño 2026 apresenta projeções do SGB para rios das regiões Norte
Boletim sobre o El Niño 2026 apresenta projeções do SGB. Foto: Rui Faquini / Banco de Imagens ANA

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Além da Amazônia, o boletim aponta riscos no Nordeste, onde o rio São Francisco apresenta níveis inferiores à normalidade, e na Região Sul, onde o monitoramento é contínuo devido ao risco de chuvas acima da média e inundações.

O objetivo central desta força-tarefa interinstitucional é fornecer dados precisos para subsidiar a tomada de decisão e garantir a mitigação de desastres naturais em todo o território nacional

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Com informações do Portal Amazônia.

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