O ano de 2026 marca uma guinada drástica na carreira de Colton Herta. Após sete temporadas completas na Fórmula Indy, com direito ao vice-campeonato em 2024, o norte-americano de 25 anos disputa a Fórmula 2, último degrau na formação para a Fórmula 1.
O norte-americano já estreou somando pontos com um P7 na corrida principal da F2 na Autrália. Além disso, Herta também é piloto reserva da Cadillac na Fórmula 1 e corre pela fabricante americana em corridas de endurance, no IMSA (International Motor Sports Association).
“Assumir algo novo neste ponto da minha carreira é empolgante para mim. Ter algo novo, é um novo desafio, um novo objetivo, há muitas coisas novas para aprender. Seria minha oitava temporada na IndyCar. E, embora definitivamente não fique monótono, isso aqui é algo fresco, é diferente. Um novo desafio para buscar, o que é empolgante”, afirmou.
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Para Colton, a estagnação era o maior risco, e o novo desafio trouxe o frescor que faltava e o automobilismo consome quase a totalidade de sua existência.
“Acho que as corridas ocupam 90% do meu tempo, para ser sincero. Estou sempre aprendendo coisas novas todos os dias. Enquanto isso, na IndyCar, você talvez aprendesse uma coisa nova por mês, algo assim. “Todos os dias em que estou na oficina, no simulador ou até em casa assistindo coisas, penso: ‘ah, isso é meio novo, isso é legal’”, finalizou.
Apesar da trajetória sólida nos EUA, Colton Herta espera aproveitar a experiência que adquiriu na Europa ao longo da formação. Em 2016, ele foi vice-campeão da Fórmula 3 espanhola e terceiro colocado na Euroformula, correndo também na Fórmula 3 britânica. A partir de 2017, voltou ao automobilismo norte-americano.
O objetivo será preparar Herta para uma possível vaga na F1 pela Cadillac, que estreará na categoria em 2026 e que terá o próprio norte-americano como piloto de testes.
Fonte: Band F1