Brasil e Noruega: análise do valor de mercado para as oitavas da Copa

O Brasil enfrenta a Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 neste domingo (5), às 17h (horário de Brasília). Para além da disputa técnica em campo, o confronto destaca a disparidade financeira e o valor de mercado dos ativos humanos de ambas as seleções.

A Noruega chega para este duelo como a seleção mais valiosa enfrentada pelo Brasil até o momento na competição. O elenco nórdico, liderado pelo atacante Erling Haaland, possui uma avaliação total de 589,9 milhões de euros, o que equivale a aproximadamente R$ 3,49 bilhões. Esse montante coloca a equipe norueguesa acima de seleções como Marrocos, Japão e Escócia em termos de valor patrimonial.

No entanto, a escala financeira do Brasil é significativamente superior. O elenco comandado por Carlo Ancelotti, impulsionado pelo desempenho de Vini Jr., é avaliado em 928,2 milhões de euros, totalizando R$ 5,5 bilhões. Com esses números, a Seleção Brasileira ocupa a sexta posição no ranking global de valor de mercado, ficando atrás apenas de potências como França e Espanha, enquanto a Noruega ocupa a nona posição, logo atrás da Holanda.

As estimativas são baseadas em dados do Transfermarkt, plataforma especializada em precificação de atletas. O cálculo do valor de mercado leva em conta variáveis como idade, desempenho técnico, potencial de valorização, tempo de contrato, salários e taxas de transferência. Para a conversão monetária, foi utilizada a cotação do euro registrada em 1º de julho.

No duelo individual entre as estrelas, Erling Haaland detém a maior valorização da partida. O atacante é avaliado em 200 milhões de euros (R$ 1,18 bilhão). Vini Jr., o jogador mais caro do Brasil, aparece na sequência com uma estimativa de 140 milhões de euros (R$ 828,03 milhões). Outros atletas brasileiros, como Gabriel Magalhães e Matheus Cunha, são avaliados em 75 milhões de euros (R$ 443,6 milhões) cada.

Um ponto relevante na análise econômica dos elencos é a concentração de valor. Na Noruega, há uma alta dependência de um único ativo: Haaland concentra 34% do valor total da seleção. A média do grupo é reduzida pelo fato de que 18 dos 26 convocados não superam a marca de 20 milhões de euros.

Já o Brasil apresenta um portfólio mais diversificado e equilibrado. Vini Jr. representa cerca de 15% do valor total da equipe, e outros 14 jogadores possuem avaliações superiores a 20 milhões de euros, indicando uma distribuição de valor mais homogênea entre os titulares e reservas.

Com informações do G1

Deixe um comentário