O Largo São Sebastião, no Centro de Manaus, transformou-se no palco do Festival Folclórico de Parintins no último sábado (4). A iniciativa, promovida pela Fundação Rede Amazônica através do projeto Vamos Brincar de Boi, ofereceu programação gratuita com apresentações do Boizinho dos Curumins da Floresta e atividades interativas para famílias.
Centenas de pessoas lotaram a arena montada em frente ao Teatro Amazonas para cantar toadas e interagir com os bois mirins. O evento também marcou o lançamento do minidocumentário Vozes da Memória Popular, que traz relatos de artistas e torcedores gravados durante o Festival de Parintins 2026, preservando a tradição entre gerações

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Para Denis Carvalho, especialista em projetos da Fundação Rede Amazônica, a ação visa despertar o desejo do público de visitar a cidade do festival: “A gente traz esse momento de tradição, de cultura e dos costumes que Parintins tem. Tenho certeza de que, depois que o público assistir aos minidocumentários, muita gente vai querer viver essa experiência e estará em Parintins no ano que vem”.
A diretora executiva da Fundação, Mariane Cavalcante, reforçou que a escolha do local foi estratégica para ampliar o acesso à cultura. “Nosso papel na Fundação é democratizar a cultura. Por isso viemos para o coração de Manaus, que é o Largo São Sebastião, para promover um evento capaz de fazer as pessoas sentirem um pouco da emoção de estar em Parintins”, afirmou.
O evento emocionou famílias, como a de Andrea Monteverde, que levou o filho de três anos para manter viva a ligação com o Boi Garantido. “Como uma boa Monteverde, no sangue e na alma, a gente não pode deixar essa cultura morrer. São as nossas raízes, e quero que meu filho cresça conhecendo e vivendo essa tradição”, relatou a analista de RH.
O projeto Vamos Brincar de Boi conta com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Amazonas, da Agência Amazonense de Desenvolvimento Cultural (AADC) e do Governo do Amazonas, focando na valorização da memória coletiva e da identidade amazônica.
Com informações do Portal Amazônia.