Donald Trump criticou duramente a Suprema Corte dos EUA após decisão sobre tarifas, estimando perdas de US$ 159 bilhões para o país
O ex-presidente Donald Trump criticou a Suprema Corte dos Estados Unidos nesta sexta-feira (24) após uma decisão relacionada a tarifas de importação. Em publicação nas redes sociais, o republicano classificou a decisão como “ridícula” e previu um prejuízo de US$ 159 bilhões para os cofres americanos.
Trump argumenta que a Corte permitiu que empresas e indivíduos que, segundo ele, “se aproveitaram” dos Estados Unidos por décadas, recuperem US$ 159 bilhões. O ex-presidente afirma que uma simples adição de uma frase à decisão judicial – “que os Estados Unidos não precisam devolver valores que já foram pagos” – teria evitado essa perda.
Em sua publicação, Trump escreveu: “Pessoas e empresas que se aproveitaram do nosso país por décadas, por causa da decisão horrível e ridícula da Suprema Corte dos Estados Unidos sobre tarifas, agora supostamente devem receber de volta 159 bilhões de dólares. Tudo o que precisavam fazer era incluir uma pequena meia frase — ‘que os Estados Unidos não precisam devolver valores que já foram pagos’ — e o nosso país estaria 159 bilhões de dólares mais rico. Isso é mais do que a maioria dos países vale! Pense nisso — apenas meia frase, e teríamos economizado 159 bilhões de dólares. Eles não poderiam ter feito isso pelo nosso país?”
A crítica de Trump ocorre em um momento de tensão política nos Estados Unidos, com o ex-presidente frequentemente questionando a legitimidade de decisões judiciais que considera desfavoráveis. A decisão da Suprema Corte em questão envolve a legalidade de tarifas impostas durante a sua gestão.
A quantia de US$ 159 bilhões, segundo Trump, representa um valor superior ao Produto Interno Bruto (PIB) de muitos países. A alegação de que uma simples frase poderia ter evitado essa perda financeira tem gerado debates e questionamentos sobre a interpretação da lei e o impacto da decisão da Suprema Corte na economia americana.
A reportagem está em atualização. Acompanhe o g1 para mais informações.
Com informações do G1