Um romance proibido, a rivalidade entre duas famílias e uma sede de vingança que muda a vida de todos. Esse é o ponto de partida de “Nas Profundezas do Amor”, a nova novelinha vertical Original Globoplay.
A produção chega ao streaming no dia 25 de agosto, trazendo uma história cheia de paixão, ambição e traições. Um detalhe importante: todos os episódios estarão disponíveis gratuitamente para quem não é assinante da plataforma.
Pensada para ser consumida no celular, a trama tem 50 capítulos de cerca de dois minutos cada. O formato aposta em conflitos rápidos e ganchos fortes para prender o espectador.
A história foca em Serena Rosas (Jeniffer Dias) e Romualdo Pedreira (Joaquim Lopes). Mesmo com a briga entre suas famílias, eles decidem ficar juntos, mas a relação gera um escândalo que termina em tragédia.
Serena e os Pedreira pertencem a dinastias rivais do setor de mineração. O romance incomoda especialmente a matriarca Madalena (Ana Beatriz Nogueira). Quando Madalena é encontrada gravemente ferida em casa, Serena se torna o alvo das investigações.
Aproveitando a situação, a ambiciosa assistente Zara (Thaila Ayala) cria mentiras para transformar Serena na principal suspeita do crime, levando a jovem para a prisão.
Sobre sua personagem, Ana Beatriz Nogueira comentou: “Amo fazer uma mãe problemática, uma mãe 171. Foi uma experiência muito bacana”.
Após fugir da prisão, Serena passa por mais um trauma: um incêndio criminoso destrói seu esconderijo e todos pensam que ela morreu. No entanto, ela sobrevive e retorna à cidade com uma nova identidade e outro rosto.
Devido às queimaduras, Serena reconstrói sua aparência e volta como Carmem Quevedo (Jéssica Córes), decidida a descobrir quem destruiu sua vida. Jéssica explicou que “Serena passa por várias coisas, tem um trauma, está querendo mostrar a verdade dela, quem ela é”.
Jeniffer Dias, que interpreta a fase inicial, definiu a protagonista: “Na minha fase, a Serena é doce. Mas é uma mocinha que não tem paz, está sempre numa confusão”.
O formato vertical trouxe desafios para a equipe. O autor Paulo Ferreira afirmou que cada personagem recebeu conflitos e traumas próprios para evitar figuras rasas. O diretor Cristiano Marques e o ator Joaquim Lopes também destacaram a necessidade de adaptar a narrativa e a atuação para essa nova linguagem.
Já Thaila Ayala revelou que estava ansiosa pelo papel de vilã: “Eu era louca para fazer uma vilã como a Zara, uma personagem que é má mesmo”.
A obra é produzida pelos Estúdios Globo, com texto de Paulo Ferreira, direção artística de Cristiano Marques e direção de gênero de José Luiz Villamarim.
Com informações de O Fuxico.